quarta-feira, maio 14, 2008

No Rio

Ia contar as histórias das minhas viagens por BH, Pará de Minas e Patos antes, mas como já estou aqui no Rio de Janeiro, vou começar por aqui.

Chegar no Rio de avião é muito show. Realmente todas as imagens do Google Earth e as aterrissagens em Santos Dumont no Flight Simulator já me deram uma ideia bacana de como seria. E realmente foi exatamente como imaginava. Um contorno pela cidade, praias, ponte rio-niterói, copacabana, baía de guanabara, cristo, pão de açúcar e rasante no mar antes de pousar. Já com o avião no chão, fotinha do pão de açúcar pela janela (não... ainda não podia ligar o celular.)

Com o endereço do escritório na mão, o lance é encarar um taxi e torcer para me dar bem. Os taxistas daqui tem fama de sempre serem muito simpáticos e quererem levar os turistas pra conhecer os pontos turísticos da cidade. O que peguei não me deu muito papo e nem eu pra ele. Logo estava firme o forte no escritório. À noite, rumar para o hotel, que fica à poucos metros do escritório.

Pela recepção, não me agradei muito do estilo do hotel e depois de 2 minutos parados no balcão, dando uma "sacada" no estilo, percebi que estava numa roubada. Pedi um quarto com internet e fui encaminhado para o 10 andar onde possui internet wireless. Um mocinho da portaria foi comigo. Ao entrar no quarto, percebemos que ele estava desarrumado. As camareiras tinham ido embora e largaram um quarto sem arrumar. Voltamos a portaria para tentar achar outro no mesmo andar. Tivemos sucesso e desta vez o quarto estava arrumado.

O pior do quarto era o cheiro. Fedia muito, pricipalmente o banheiro. Qualidade less. Abri a janela correndo e preferi ficar à mercê dos mosquitos dengosos e do barulho imenso dos ônibus na rua do que com o cheiro do quarto. Jantei por lá mesmo (médio), tomei banho e gastei um tempo da noite na NET, até dormir.

O café da manhã foi foda. Pão com manteiga, queijo e presunto. Todas as vasilhas de suco estavam vazias. Peguei um copo, pus um pouco de nescau e fui por leite. Na metade do copo, acabou-se o leite também. Pedi mais e só quando faltava uma mordida pra acabar com o pão, que veio mais leite. Detalhe especial para um hóspede com calças do exército até o meio das pernas, chinelo e uma camiseta cavada vermelha com muuuitas estampas de flores brancas, que pegou um copo, foi até o pote com gelos para por no suco e virou-a dentro do copo. Rí sozinho na mesa.

Fechei a conta e vim trabalhar. Na hora do almoço, um rolé pelo centro do Rio. Coisa rápida. Uma passadinha na igreja da Candelária e uma entrada numa bela livraria (Travessa) em uma bela construção antiga. Volta pro escritório, fim do trabalho e agora é esperar o vôo pra São Paulo e depois UDI.

A passagem por aqui foi rápida mas interessante. Tirando o hotel, o resto foi bacana. Conhecer um pouquinho (bem pouquinho) do Rio valeu a pena.

Um comentário:

Telma K. disse...

Não é a toa que dizem que o turismo no Brasil ainda está engatinhando...